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01/02/2021

8 Coisas que Você Deve Saber Sobre a “Naninha” do Seu Filho!

No post de hoje vamos falar sobre as famosas “naninhas” que a maioria da mães já conhece, né? Os paninhos, fraldinhas, cobertores e brinquedos de pano costumam fazer sucesso entre os bebês. Denominados objetos transicionais, eles conferem às crianças suporte emocional, especialmente nos momentos de separação ou solidão.

Enumeramos 7 coisas que você deve saber sobre a “naninha” do seu filho!

1. Para que serve a naninha?

Ele entra em cena para ajudar o bebê a se sentir seguro e a lidar com a descoberta do mundo que o cerca.  Elas conferem às crianças um suporte emocional, especialmente nos momentos de separação ou solidão.

2. É saudável

Ele diminui a ansiedade do bebê nos momentos de separação da mãe, além de marcar uma fase importante do desenvolvimento psíquico. Através da interação com o meio e com o objeto de transição, o bebê passa a desenvolver criatividade, imaginação, cognição e afetividade.

3. Deve ser lavado (se for mesmo preciso)

O ideal é não lavar, pois o cheiro do item costuma remeter à mãe, e isso deve ser respeitado. Porém, como algumas crianças o carregam para todo lado, é inevitável que suje. A recomendação, então, é lavar se preciso. Seu filho notará a diferença, mas deixá-lo sujo pode trazer riscos à saúde, já que entra em contato com o nariz, olhos e boca. Uma conversa em que se estabeleçam acordos é a melhor solução – você pode sugerir que ele procure um objeto substituto.

4. Um, dois, três… Objetos de transição

Pode acontecer de a criança aceitar um segundo objeto enquanto o principal está fora de alcance. É bastante comum a criança ter o objeto "reserva", que muitas vezes é o que acompanha na escola ou é usado quando o "oficial" foi pra lavar. Muitas mamães gostam de ter a mesma naninha igualzinha, então é recorrente que os papais ao verem que o bebê gostou na naninha já fazerem o seu estoque.

5. Apenas bichinhos funcionam como naninha?

Não, mesmo sendo as opções mais fofas, outros itens podemos funcionam muito bem, como por exemplo um Paninho macio antialérgico

 

 

6.Esqueceu em casa? Perdeu?

Se você já viajou e percebeu só quando chegou ao destino que o item de apego do seu filho ficou em casa, sabe bem o trabalho que isso pode dar. Algumas crianças sentem dificuldade para dormir, podem ficar manhosas e cair no choro. Cabe aos pais explicar a situação com clareza, independente da idade. Antes de oferecer um novo objeto, deixe seu filho tentar se adaptar com o que há disponível no local – geralmente funciona. Essa também pode ser uma chance de abandonar o hábito. “As crianças têm grande capacidade de se adaptar e encontram uma forma de lidar com a situação, seja encontrando um objeto substituto ou pegando no sono sozinhas”, explica Rita Lous, psicóloga do Hospital Pequeno Príncipe (PR).

7. Quando levar pra escola?

Seu filho até pode levar o objeto para a classe, mas só enquanto for bebê ou estiver no período de adaptação, vivendo os primeiros momentos na escola – e fizer muita questão disso. Nessa fase, ele pode precisar de um apoio. Mas, à medida que se adapta à turma e ao ambiente, a escola costuma pedir ao aluno que o guarde na mochila até o final das aulas. Depois de um tempo, alguns colégios incentivam que ele seja deixado em casa. É comum também a criança perceber que os colegas não usam e, assim, resolver parar de levar.

8. Passou da hora

Não há idade ideal para largar o objeto de transição. Em geral, o objeto é gradualmente substituído por outros interesses e, dos 3 aos 5 anos, a criança já tem condições de deixá-lo – cada uma no seu tempo, que é emocional e não cronológico. O importante, segundo especialistas, é os pais não prejulgarem o filho. Mas, como tudo na vida, o hábito requer atenção quando é exagerado. Se após os 5 anos ou o período de adaptação na escola, a criança se recusa a ficar longe do paninho, ou ainda se o uso do objeto prejudica o convívio social dela (sofrer bullying, por exemplo), vale procurar orientação médica ou psicológica para tentar identificar o motivo do apego.